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Dia do Livro: um papo com Renato Motta sobre tradução literária

Posted on Friday, April 19, 2013 in Convidados, Podcast, Tradução Literária

Este episódio é em homenagem ao Dia do Livro, que foi comemorado ontem por ser a data de nascimento de Monteiro Lobato, um dos nossos autores mais importantes (e que também foi tradutor).

Chamamos o Renato Motta, que tem mais de 70 livros traduzidos em seu currículo, para conversar conosco sobre tradução literária, os conhecimentos necessários e o caminho para entrar nessa área.

Falamos de teoria literária, capítulos impossíveis de traduzir que no final acabam sendo elogiados até pela autora, literatura mulherzinha, a importância dos livros populares na formação de gerações que leem mais e caminhos tortuosos que nos levam às nossas carreiras.

Você pretende se especializar em tradução literária? Já traduziu alguns livros, mas sabe que pode melhorar? Este episódio será ótimo para você!

E você, que curte literatura, vai adorar saber um pouco mais sobre os autores e o carinho com que seus livros são traduzidos para nossa língua.

 

Equipe tradcast com Renato Motta

Érika participou virtualmente dessa vez 😉

Curtiu as músicas? São da banda “Still Nameless“: “New” e “Bluesin‘”.

Bring on the comments

  1. Roseli says:

    Já comentei no FB, repito aqui: essa entrevista nos dá ainda mais motivos para ser fã do Renato Motta.
    Excelente entrevista, inteligente, divertida e informativa.
    Parabéns para o Renato e para a equipe do Tradcast.
    Um abraço!

  2. Daniel Estill says:

    Adorável conversa. O Renato é uma inspiração, uma pessoa extraordinária. Valeu Tradcast!

  3. Gente, estou ouvindo o papo agora e me sentindo com vocês no bar da esquina. Só faltam os pastéis e a coca-cola (chopp eu não bebo).

    Achei muito legal o exemplo de dedicação, estudo e perseverança do Renato, sempre com um astral fantástico. E amei a história do capítulo com a comida indiana! Uma verdadeira aula!

    Quando vocês falaram das provas sem uso de dicionário, lembrei de quando fiz minha prova na Alemanha. Acho que já contei pra vocês, mas vou lembrar pra complementar. Até hoje considero o melhor esquema de prova para tradução que já vi.
    Havia três fases. Primeiro, três dias de prova escrita: um dia de redação nas duas línguas, um dia de tradução/versão de temas gerais e um dia de tradução/versão na área de especialização escolhida. Nessa fase, era tudo sem dicionário e as correções eram feitas levando isso em consideração.
    Quem era aprovado, entrava na segunda fase, que eram quatro textos (versão e tradução, temas gerais e da especialização) a serem traduzidos em casa. Você tinha prazo de 15 dias e podia usar todos os recursos que quisesse, inclusive consultas a outras pessoas. Só tinha que fazer uma lista das suas fontes e entregar com o trabalho. Passando nessa, vinha a prova oral, uma conversa nas duas línguas que girava em torno, principalmente, de temas de conhecimento geral e ligados à tradução, e incluía um pouco de leitura e interpretação.
    Enfim, era uma prova bem completa e que conseguia retratar, ao menos, parte da realidade do tradutor.

    Vou fazer um intervalo e ouvir a última meia hora daqui a pouco, não quero perder o final da novela! 🙂

    Parabéns, ótimo programa! Queremos mais!

  4. […] excelente motivo para voltar e escrever esse post é o novo bate-papo no site do Tradcast: o primeiro podcast brasileiro de tradução. Foi ao ar ontem uma entrevista com o tradutor Renato Motta, uma pessoa que eu admiro demais. O […]

  5. Regiane says:

    Adorei! Que papo agradável e interessante! Parabéns, curti muito.

  6. Angela says:

    Valeu, gente! Obrigada por me apresentar o Renato Motta e seu trabalho (que vergonha, eu ainda não o conhecia!)
    Agora quero ler os livros que ele traduziu.
    Abraço.

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